Wednesday, April 29, 2009




Minas Trend Preview, bom começo

Pela primeira vez consigo vir a Belo Horizonte, para ver o Minas Trend Preview. Uma proposta importante, já que se propõe a ser a antecipação do que será visto nos eventos ditos principais do país, que ocorrem em junho. Pelo jeito desta primeira noite, tudo a ver.



Primeiro, porque o conceito da abertura foi do Ronaldo Fraga, cara capaz de fazer um espetáculo até de um desfile coletivo. Ronaldo pensou um balneário na Riviera francesa, algo dos tempos de Brigitte Bardot, com as cadeiras da platéia todas cobertas com pano listradinho, o salão da festa com barracas de praia cobrindo uma parede ou antes destas décadas, já que os músicos do grupo de 10 estavam vestidos como banhistas do início do século 20, bigodinhos e compenetração de acordeonistas. Tocaram desde I love Paris até Sous les ciels de Paris, mas acabaram em repertório germânico, com o Mack the Knife, da Ópera dos três Vinténs.

Antes do show, a platéia de Fernandas Limas e Grazis Massaferras esperou pelo governador Aécio Neves, que chegou às 21h30 de helicóptero. Mas tudo bem, o ambiente estava bonito, passavam pães de queijo recheados com salmão, champanhe Chandon, havia chaises-longues e muita gente para conversar.







Depois, foi o desfile, cerca de 20 minutos de belas roupas, sempre complementadas por uma espécie de boné-turbante, que deu uma nova proporção aos looks, provável idéia do Daniel Ueda, stylist da noite. Muitos longos com detalhes enviesados na frente, uma seleção de tons fortes, como uma cartela da estação, mais os delicados, em tons de Nude e rosados, da Printing (foi a que consegui identificar, já que era uma apresentação coletiva). Grandes bolsas de couro, a maioria retangular, uma delas, com a Torre Eiffel aplicada. Grandes colares de lascas de pedras, interessantes. Muito interessantes. Diria que irresistíveis. Tomara que o salão da feira de negócios tenha vendas a varejo...
Desfilaram as seguintes marcas: Alphorria Cult, Apartamento 03, Barbara Bela, Cila, Claudia Marisguia, Claudia Mourão, Debora Germani, Diarium, Faven, Getulio, Graça Ottoni, Luiza Barcelos, Mabel Magalhães, Mary Design, Patachou, Patricia Motta, Paula Bahia, Printing, Rogerio Lima, Squadro, Victor Dzenk, Vivaz

Claro que o maior assunto era as mudanças de direção dos eventos no Rio. Eloysa Simão, que dirige o Minas Trend Preview, não foi à abertura, estava ocupada na montagem do salão que abre hoje, quarta-feira. Mas todos os colegas jornalistas queriam saber como havia sido a repercussão no Rio de Janeiro.


Intervalo / enquanto esperava, conversei com Lena Pessoa, profissional de moda que saiu de cena no Brasil, depois de fazer sucesso pelo menos conosco, jornalistas, nos anos 80, com a grife Liquidificadoidos. Quando ela largou tudo e resolveu ir para Paris, ninguém deu muita bola. “Ah, daqui a pouco ela volta”, pensamos. E esquecemos da Lena. Pois ela me aparece, 22 anos depois, a própria parisiense, casada com francês, trabalhando com conceito de lojas. E que lojas, gente: Pucci, Louis Vuitton, Loewe, Jimmy Choo, e outras, deste nível top! O máximo, esta Lena mineira, que veio fazer uma palestra aqui no Minas Trend / parece que duas marcas estão confirmadas no novo formato do Fashion Rio: a Printing, daqui de Minas e a Francisca, de Recife / no aeroporto de Confins encontrei a Astrid Monteiro de Carvalho. Ah, vamos lá, a Astrid e só. Lindinha, com uma autêntica jeans flare, da Bo.Bo. Veio para Minas ver a quantas anda a sua coleção própria, que é feita aqui em BH. “Foquei em vestidos, direto. Faço até umas noivas bem bonitas”, contou, já me deixando curiosa para ver tudo. Daqui a pouco começam a chegar as primeiras peças na Via Flores, no Leblon.

Sunday, April 26, 2009

Pedidos atendidos!
De vez em quando nos pegamos rezando a algum anjo protetor da beleza, que nos arranje uns produtinhos especiais para algumas mazelas. Parece que ele tem nos escutado, porque andam surgindo umas novidades ótimas.

Primeiro, a linha Secatriz, que trata das peles oleosas e acneicas. São sete produtinhos que limpam, renovam as células, suavizam e até camuflam e secam a acne insistente. Adorei o sabonete em barra (R$ 18) e o sabonete mousse, mais caro, mas eficiente no combate a espinhas e vermelhões (R$ 42)

Depois, o Nail Hardener – endurecedor de unhas, na tradução -, que endurece, deixa mais saudáveis e protege as unhas. Cuidado com as cutículas, que devem ser protegidos com óleo ou cera na hora da aplicação. Tem o Nail Hardener para unhas quebradiças e frágeis (R$ 57) e o Nail Renewal Pen (R$ 60), uma caneta que resolve unhas com fissuras, trincadas, com cutículas ressecadas.
Estas duas novidades quase caídas dos céus (quem tem estes problemas sabe como perturbam a vida) são da Dermage , marca fundada em 1990, que já tem 34 lojas no Brasil, além de 74 lojas multimarcas pelo país.

Vejam mais em www.dermage.com.br
SAC 0800 024 1064

Sem rotina
Gente, e a moda, heim? Paulo Borges no Fashion Rio, troca o lugar da Marina da Glória para o Pier Mauá, reduz os dias do evento e parece que corta pela metade a agenda. Eloysa Simão ao mesmo tempo no Top Fashion Bazar, no Minas Trend Preview e horas depois que tomei café da manhã com o Ucho, na quinta-feira, ele passa o posto também para a Eloysa!
Sem falar no Eduardo Pombal assinando a Forum, Forum Tufi Duek, Tufi Forum Duek, etc, porque o próprio Tufi Duek largou o barco - quer dizer, as grifes - um ano depois de vender para o grupo AMC. A coisa lá é agitada: Marcelo Sommer largou a Sommer; Lila Colzani largou a Colcci, parece que não é fácil conviver com o Alexandre Menegotti.
Ou será que assistimos aos ímpetos renovadores que Bernard Arnault imprimiu às grifes parisienses quando comprou Dior e Givenchy para o grupo LVMH? Hummm, não sei se cabe esta comparação...

Tuesday, April 21, 2009




Quem está assim, meio de bobeira, nada pra fazer em 30 de maio, por favor: entre na internet para garantir os ingressos, embarque no dia 28 de maio para Baden-Baden, na Alemanha. Chega lá dia 29, e no 30, assista à estréia de Der Freischütz (O Franco Atirador), de Weber, dirigido por Bob Wilson (ídolo! Maravilhoso! Espetacular!) e com figurines da dupla Viktor & Rolf! Como se não bastasse o talento dos holandeses Viktor Horsting e Rolf Snoerens, as roupas são feitas com quase um milhão de elementos da linha Crystallized, da Swarovsky.



Para esta ópera Freishütz (diga “frraixitz”), os figurinos são coloridos, dramáticos e com uma abordagem quase de histórias em quadrinhos cômica, que combina com o espírito pop do diretor. Tem raios desenhados, por exemplo, formas em 3-D,
palavras escritas nos ombros e na frente das peças de organza, seda, cetim, feltro, lurex e juta, cobertas com cristais. O efeito no palco deverá ser de pó mágico de contos de fadas. Já para o coro, as roupas são inspiradas por trajes tradicionais alemães, como o Dirndl (traje de camponesa, saia rodada e manguinhas fofas) e o Lederhose (calça de tirolês, com galões laterais), feitos em neoprene preto.
É a segunda vez que Robert Wilson (que já dirigiu uma Flauta Mágica, Fábulas de La Fontaine, fez vitrines para a Louis Vuitton, entre outros trabalhos), convoca Viktor & Rolf. A primeira foi o figurino do ballet 2 Lips and Dancers and Space, para o Netherlands Dance Theatre, em novembro de 2004.
Para não parecer que só falo de moda, estilistas e figurinos, aviso que o elenco reúne Juliane Bansa (papel de Agatha), Steve Davislim (Max), Julia Kleiter (Ännchen) e Dmitry Ivashenko (Caspar) nos papéis principais. Thomas Hengelbrock vai reger a Mahler Chamber Orchestra.
A encenação da opera romântica Der Freischütz, de Carl Maria von Weber, por Robert Wilson abre os festivais de verão na Europa e estréia na maior casa de ópera da Alemanha, a Festspielhaus Baden-Baden, em 30 de maio. Uma segunda apresentação será no dia 1º de junho.
Como estas maravilhas coincidem com nossa temporada de desfiles de verão, não estarei presente na platéia de Baden-Baden. Snif, snif.

Sunday, April 19, 2009


Demorei para comentar, porque tinha que pensar um pouco no fato. Claro que me refiro à troca da Eloysa pelo Paulo, no comando do Fashion Rio. Já escrevi em página dupla no Jornal do Brasil, mas é matéria quase factual, sem muita opinião. Mas do jeito que acompanho a trajetória dos dois maiores empreeendores do setor de eventos de moda do Brasil (quiçá do mundo, porque conheço poucos eventos liderados por nomes), tenho que me atrever a comentar mais de perto.
A princípio, acho deselegante a maneira como Eloysa Simão foi dispensada, via carta. Ou a maneira subreptícia como que foi armado o processo. Seria ingenuidade da minha parte pensar que isto não se faz, quando todos sabemos que diariamente, no mundo inteiro, há demissões, rasteiras e puxadas de tapetes. E o fator surpresa parece ser imprescindível.
Portanto, esta deselegância faz parte do universo profissional, assim como o assédio sexual, o atraso nos salários, as recomendações e o pouco reconhecimento de valores.
Quanto aos motivos, ficaria tudo nas possibilidades e hipóteses. Nem vamos perder tempo com estas elucubrações. Vamos em frente. Prefiro falar das diferenças entre os eventos.

O Fashion Rio tem um aspecto mais improvisado, porque se realiza em tendas. As únicas tendas que conheci que tinham acabamento perfeito, mas eram metade do tamanho das do Fashion Rio, foram de um evento no Park Shopping, de Brasília. No mais, tenda é uma barraca gigante.
A São Paulo Fashion Week é sólida, porque se realiza dentro do prédio da Bienal, no Ibirapuera. Se fosse em tendas, elas não suportariam um dia de evento, porque o clima paulistano, cheio de chuvaradas, raios e ventanias, derrubaria tudo em menos tempo que um desfile. É muito bom ter um prédio, paredes, portas.

O Fashion Rio mostra coleções mais diversificadas, mais personalizadas. Sem perder o foco comercial, na maioria dos casos. A moda praia tem aspecto espetacular, sem perder o encanto dos modelos, que são referências
Em São Paulo há preocupação com as tendências internacionais. O risco de produzir cópias é grande, e há casos em que até a ambientação da sala é igual à de um estilista internacional. Mas há também exemplos como a Ellus, que poderia estar em qualquer semana de moda do mundo.Ou Lino Villaventura e Ronaldo Fraga, representantes do estilo conceitual, que fazem valer a pena o deslocamento até São Paulo para assistir aos espetáculos que apresentam

As entradas no Rio são organizadas. Convidados fazem fila de um lado, imprensa fica do outro.
As entradas em SP são caóticas para a imprensa. Por que é preciso ser esmagada para entrar nas salas? Ah, é para ficar igual às entradas de desfiles parisienses.

No Rio, as bolsas são disputadas, quando não são roubadas.
Em SP, os brindes são disputados, quando não são roubados. Aliás, estas duas linhas acontecem no mundo inteiro

No Rio, os patrocinadores obrigam a um repetitivo exibir de filmes publicitários e vinhetas, sempre iguais, antes de cada desfile
Em SP a solução é melhor, em geral com animações divertidas e músicas variadas.

A sala de imprensa no Rio é maior e com computadores melhores
Em SP, a sala de imprensa tem comidinhas que atenuam a pouca potência do wifi

No Fashion Rio, alguns desfiles acontecem fora da Marina da Glória, em geral em lugares sem estacionamento, bonitos mas caóticos para quem mora na cidade e pretende ir de carro
Na SPFW alguns desfiles acontecem fora da Bienal, em geral em lugares sem estacionamento, interessantes mas que obrigam a passar às vezes mais de uma hora dentro de uma van sem ar condicionado, no meio do trânsito paulistano

Afinal, qual dos dois eventos é o melhor? Depende da temporada. Ao contrário de muita gente que afirma que São Paulo tem o maior evento, o melhor, o tal, da América Latina, sei que isto é um poder de marketing sem muita base. Na Colômbia tem algo muito grande e bom, no México também. Depende da temporada, o Rio é melhor, mais original. Ou São Paulo tem um impacto maior, coleções incríveis.
Todas estas comparações significam apenas uma parte da importância dos eventos. O que interessa é a coleção, ou as coleções. De nada adianta eu ou alguma das colegas incensar ou arrasar um estilista, se o trabalho dele não chegar até a ponta final do consumo. O que nossas marcas precisam é disto, de consagração nas ruas, que são as melhores passarelas.

Ouço muitas meninas dizendo com orgulho que compraram uma calça na Farm, ou na A-Teen, marcas que nunca pisaram em passarelas. Também noto que a Osklen e a Lenny são sonhos de consumo, assim como a Espaço Fashion ganhou um novo status, depois que entrou para a agenda de desfilantes. É um vale-tudo, do qual ninguém tem a receita do que vai dar certo. Entre Eloysa Simão, que conheço desde os anos 80, como repórter no tempo em que a editoria da revista Domingo estava na minha mão, e Paulo Borges, que admiro desde que vi nos primeiros Morumbis Fashions, cumprimentando cada repórter pelo nome, sei que são dois grandes profissionais, que lideraram equipes muito importantes para uma etapa da moda brasileira. Eles organizaram o mercado lançador, criaram um patamar de prestígio para as marcas nacionais.

Prestígio só, não vende. Todos conhecem grifes que desfilam, fazem campanhas cheias de estrelas e...faliram. Todos lembram da febre dos grupos, que fizeram e aconteceram há um ano, e eram ilusões, se desfizeram em alguns meses. Tem muito trabalho, muita ralação, abnegação e bom-senso neste tal negócio de moda. Evento é importante, como uma vitrine de propostas. Vamos ver o que acontece agora nas semanas de moda brasileiras.

Ah, uma questão: alguém acredita que São Paulo abriria mão de ter dois eventos, um de verão, outro de inverno? Alguém apostaria que o Rio sobreviveria tendo apenas um evento de verão? E o Rio Summer, fica onde? E o Fashion Business, que é da Dupla e da Escala?
Vai ser um ano intrigante, este.

Tuesday, April 14, 2009




Antonio Bernardo é perfeccionista. Antes mesmo de ser designer, joalheiro ou profissional de moda, com o conhecimento e amizade que tenho com ele, sei que o objetivo primeiro é a perfeição. Com ele, tem que ser bonito, bem-feito e original.
Depois de uns 30 anos reinventando suas idéias em jóias, mantendo a coerência com o próprio trabalho, passando para nós em forma de catálogos impecáveis, AB resolveu mudar para imagens em movimento, em DVD. Um filme, que foi apresentado nesta manhã de terça-feira, dia 14 de abril, no teatro Tom Jobim, dentro do Jardim Botânico. Lá mesmo, onde apadrinha e mantém o orquidário.
Assim, para uma platéia mínima e seleta, foi exibido o filmete em preto e branco, como se fossem stills das jóias, só que em movimento. Porque mais do que mostrar que seu negócio é ouro e joalheria, era preciso enfatizar a arte do design, das formas que se encaixam, das curvas que protegem pérolas e pedras. Com o design, Antonio já ganhou seis prêmios no IF, a mais prestigiosa premiação européia, desde que começou a frequentar o evento.


Melhor ainda: com estas viagens e participações pelo mundo, foi conhecendo pessoalmente criadores que admirava, e se tornaram amigos. A consagração como profissional e designer vem da inclusão no livrão Schmuck Design der Moderne, assinado por Reinhold Ludwig, jornalista alemão especializado em design de jóias. Além das fotos das peças premiadas, nas páginas 306 e 307 está a biografia do brasileiro, em inglês e alemão.

No encontro destas manhã, Antonio confessou que não gosta de falar de coleções. “Estou sempre desenvolvendo peças a partir do meu trabalho, desde a primeira jóia que criei. Ficou pronta, e eu já estava pensando em como faria uma segunda a partir daquela. “


Na mão, o anel Puzzle, também premiado e um sucesso internacional. Com direito a demonstração. “Ele tem uma chave, que não se solta porque a base segue o desenho do dedo. Tira-se a chave, as peças de cima se separam e a base também”. Sobre a mesa, ficou um intrincado conjunto de pecinhas, que rapidamente viraram anel de novo.

Antonio sempre puxou tendências (mesmo que não goste desta palavrinha, prefere dizer que gosta de introduzir coisas novas). Nos anos 70 deu prestígio renovado ao brilhante, com seus cordões fininhos e solitários perfeitos. Nos 80, marcou pelas pérolas grão-de-arroz e o jogo de texturas no ouro e os cristais, em brincos que sacudiam nas orelhas das personagens de novelas. Nos 90, foi a vez dos rubis e as formas curvas, como fitas em peças quase únicas.


Tudo perfeito, moderno, com uma marca de arte. Mas sem pretensões de luxo falso. O trabalho do Antonio é como as orquídeas aveludadas que enfeitavam as mesas, vindas de Petrópolis, trazidas por Rozario Almeida Braga. Uma beleza simples e singular, sem ostentações.
Aliás, de 30 de abril a 3 de maio as orquídeas com nomes brasileiros estarão em exposição no orquidário do Jardim Botânico. Vamos ver a Catleya Corcovado.

Monday, April 13, 2009


Eeeeeeh, aê, Valdemar! Ganhou capa do WWD, com o casaquinho-blazer preto do inverno da Iódice! Valdemar Iódice sabe das coisas e agora o mundo começa a sacar como ele é sabidão.
Blazer glory é bom demais.

Sunday, April 12, 2009



Vocês acharam que eu ia esquecer de desejar Feliz Páscoa?Que nada: demorou porque estava procurando um ovo, um coelho ou algo com cara de moda! Achei esta torta de poás da Le Pain, no dia da abertura da expo da Marina Sprogis, no shopping Vertical (rua Sete de Setembro, 48 | Rio de Janeiro}. Hoje, domingo, também vi as sacolinhas fashion da Chaika, super-fofas, mas estava sem a fiel Sony na bolsa. Dei uma folga pra ela, depois de um sábado fazendo um making of de um ensaio no mirante do Leblon, durante a ressaca. Era cada ondão, que respingou lentes, cámera, tudo. Portanto, ela merecia uma folguinha.
Feliz Páscoa!

Thursday, April 09, 2009




A marca Studio TMLS, que desenvolve os sapatitos assinados pela Kate Moss para a loja londrina Topshop, acaba de chegar às vitrines e prateleiras da Trizy, no Barrashopping. Quem adora um saltão, um detalhe luxuoso e um acabamento de luxo, tem que conferir. Este escarpin com arabescos e meia-pata custa R$ 769. É muito glamour e fetiche!

Falando nisso, conversei com o Jorge Bischoff, que abriu uma loja conceito no Rio Design Barra. Como designer e pesquisador de estilos, o Jorge dá consultoria para várias indústrias de calçados do Rio Grande do Sul, e neste trabalho é responsável por produções que somam cerca de 100 mil pares diários. Eu disse: DIÁRIOS! Há oito anos, abriu a marca própria, que possibilita o contato com as adeptas do seu estilo luxuoso e original.
A diferença do Jorge Bischoff no mercado brasileiro é que seu produto tem ferragens assinadas exclusivas, couros maravilhosos, saltos especialmente desenvolvidos, um conforto que o design proporciona e preços! Que precinhos bons! Mais uma vez, porque ele tem acesso a toda a tecnologia das grandes indústrias. Bem-vindo ao Rio, Jorge Bischoff!
Aguardem as fotos e mais histórias.

Saturday, April 04, 2009


A bonequinha da Isabela Capeto toda feita em pedrinhas portuguesas avisa: Isabela abre lojão novo nesta semana. Muito bom ver como a marca, em menos de 10 anos, passou do pequeno ateliê na Gávea (onde era proibido ter comércio, fábrica, etc, mas era lotado de coisinhas deste tipo, caada uma melhor do que a outra), para a butique na Dias Ferreira (quando a rua ainda era meio nada) e agora, para um lojão na mesma rua, onde funcionava a Sapataria do Futuro, que consertava bolsas, fazia costuras, reformas, etc. Tipo de atividade que no Rio dá pouco futuro.
Agora, é a Capeto, que vem com tudo, e abre no dia sete de abril, das 11 às 13h, com cerveja belga (Stella Artois).
Endereço: rua Dias Ferreira, 217 - A, no Leblon / Rio de Janeiro

Friday, April 03, 2009


Que venha o frio!
A temporada de outono começou com um verdadeiro mostruário de climas. No Rio, amanhece chovendo, almoço com sol, tardinha de ruas inundadas, noite nublada. O calor continua, os ares condicionados trabalham sem folga.
Portanto, é plena temporada de lançamentos. Nesta semana, a Allez Allez, da dupla de Alessandras (Klarnet e Wolff) lança a coleção exclusiva, com muita camisaria drapeada e com babados nos punhos e golas e vestidos de alfaiataria, em marrom, rose, vinho e preto.
Nos acessórios, sapatos de cobra, palha e as botas de montaria. Mas o que mais gosto é da novidade: a linha de sapatilhas mãe-e-filha, nos tamanhos de 22 ao 39. Preços desde R$ 110. O que significa R$ 220, porque quem vai deixar de comprar as duas?

Allez allez – Rua Redentor, 150/202 – Ipanema Tel: 2267-6652
Lançamento dia 7 de abril, terça-feira, das 11 às 21h.

Também nesta semana, encontro o Jorge Bischoff, mestre estilista de sapatos, baseado no Rio Grande do Sul, que vem abrir super-loja no Rio Design Barra.
E a Mara Mac mais uma vez arrasa com a vitrine de cinzas e pretos.
Na Rudge, o outono é pretexto para novas versões de Animal Prints, ou estampas de bichos. Um tanto indefinidos, como manda a moda. Zebras que parecem tigres são as mais lindas, em vestes de malha, perfeitas para acompanhar black jeans skinny.
Uma fachada bacana é da Foxton, tanto no shopping da Gávea como na Garcia d´Ávila. Super cool, a gente até demora para sacar o nome da casa. Bela iluminação.