Thursday, July 31, 2008


Enfim, um dos primeiros sinais do Rio Summer, o evento de alto-verão inventado pelo Nizan Guanaes. É a coletiva de imprensa, que será no bar Jobi, no Leblon. O que já dá idéia do conceito carioca/paulistano que vai rolar. Ok, às vezes vale ter um olhar estrangeiro para valorizar as maravilhas locais.
A intenção primeira seria enfatizar o Brasil como pólo lançador de Moda Praia. Vinte marcas formariam o elenco desfilante. Mas ainda que eu mal pergunte, temos 20 grifes de moda praia? Com cacife para um desfilão, tipo Lenny, Salinas, Rosa Chá?
O visual promete, tendas encarapitadas no alto do forte de Copacabana, vista linda, ventos refrescantes e descabelantes. Vamos saber mais na coletiva no Jobi.

Tuesday, July 29, 2008


Chefs criativos e suas delícias

By Anita Bernstein


Novidades nos bairros, nos hotéis JW Marriott, em Copacabana e Cæsar Park, em Ipanema e na mesa do Olympe, no Jardim Botânico.

Sabor mediterrâneo
Gérard Diviney, o chef irlandês do hotel J W Marriott lançou a culinária do Mediterrâneo no Terraneo para degustar com vinhos da vinícola Carm produzidos em Portugal.
Os pratos são regados ao azeite virgem extra também da griffe Carm.
O hotel promove tarifa de hospedagem com desconto para pernoite após beber nos restaurantes e bares do Complexo Gastronômico Terraneo.

Terraneo
Tel.: (21) 2545-6500




Cæsar Park em dose dupla

Os hotéis da rede Posadas em Ipanema e em São Paulo contam com dois chefs, o brasileiro Helbert Moura, nascido em Belo Horizonte, e Erick Jacquin, de origem francesa, que atua como consultor.
Resultado: novos pratos recentemente lançados nos restaurantes Agraz das duas capitais.

Caesar Park Rio
Tel.: (21) 2525-2525



Palmito à francesa
Claude Troisgros, consagrado chef francês, está servindo novo prato no restaurante Olympe.
A receita de Moelle de palmito pupunha, foie gras e molho agridoce, leva como ingrediente principal o palmito pupunha gourmet, típico do Brasil, produzida pela empresa São Cassiano. “É um dos ingredientes mais ricos do Brasil. Eu o chamo de trufa brasileira”, diz o chef Claude

Olympe
Tel.: (21) 2537-8582
www.palmitopupunha.com

Monday, July 21, 2008



Madri foi bom. Além das novidades da SIMM, de conhecer gente competente como a Suzana Rodrigues, que faz colares lindos e de rever a Allethea Mattos, gravida, morando na Espanha, ouvi o vice-presidente da empresa que faz as feiras espanholas, confirmar que ha uma crise economica em curso, mas que a moda nao vai parar por isto.

Agora, é Paris. Ja com algumas vitrines de inverno. Tudo em preto, branco, cinza, bege. Bem dentro das tendencias que serao anunciadas no seminario do Senac, no dia 2 de setembro. E com o teclado frances, sem acentos, etc.
A ilustraçao é a Torre Eiffel azul, com as estrelinhas da Comunidade Européia. No primeiro plano, um casal se beijando, do lado esquerdo, a lua cheia;
Gosto deste lado frances, de inventar moda em tudo





Ao lado, a vitrine da Galeries Lafayette, com a coleção Chanel
foto Marina Sprogis

Friday, July 18, 2008

Gente nova, novas em geral, evento renovado

Salão como a SIMM é sempre oportunidade de conhecer gente nova e encontrar gente boa. Desta vez conheci a Rafaela Donini, goiana lindinha que casou com o Giuliano Donini, do grupo Marisol. Ele não veio para Madri, mas a Rafaela fez as honras do stand da Rosa Chá, com muita competência. Avisou que o vermelho-groselha será a cor do verão, que o forte da marca com estilo do Amir Slama é a estampa e que o objetivo é lançar moda com uso além da praia. Calças saruel, vestidos soltos, batas lindas, está tudo ali. Em setembro abre a loja no Soho no mesmo dia 6, quando a marca desfila na semana de moda novaiorquina.

Notei e confirmei a força da moda que vem do norte, da Escandinávia, da Holanda. Como o grupo ICCompanys, da Dinamarca, dono da In Wear, Matinique, Cottonfield e Jack Pot. Ótimas coleções, meio escondidinhas em um canto do salão 5. Da Holanda, vi a Reset, com capas de chuva maravilhosas. Da Alemanha, um dos melhores espaços, da Marc Cain. São destaques da feira.
Outra vitrine boa, a dos manequins de vitrine Hipershop.
Nos acessórios, vem de Barcelona a Uschi Hopp, com botas e bolsas em python natural ou colorida.

Cibeles em setembro
A Pasarela Cibeles sempre foi o evento dos estilistas de Madri. De lá, saem as notícias sobre a recusa em contratar modelos magras ou jovens demais. Quer dizer, é o que o mundo sabe da semana espanhola. Agora em setembro, de 15 a 19, ela acontece como edição de verão, mas com algumas modificações. Primeiro, muda o nome para Cibeles Madri Fashion Week. Vai se realizar no conforto do espaço vasto do pavilhão 12 da Ifema, onde se realiza a SIMM agora. Terá duas passarelas, uma Cibeles e outra, Neptuno, cada uma com 600 lugares. Vai custar 3 milhões de euros, terá 36 criadores em 32 desfiles e integrará jovens estilistas do projeto El Ego, no último dia. Dos estilistas, só faltará Roberto Torreta, por motivos pessoais. Mas garantiu que voltará em fevereiro.
Como no Fashion Rio e São Paulo Fashion Week os 14 mil metros quadrados incluirão também uma espécie de área de convivência, um Village, para onde se dirigirão os convidados sem direito a assistir aos desfiles. Devem ser emitidos 50 mil destes convites, que darão direito a ver as novidades dos lançadores de perfumes, cervejas, óculos, Wii Fit, etc.
Uma iniciativa boa, esta mudança. Só vejo um pequeno senão: por que a semana madrilenha não aceita estilistas de outros países? Esta abertura, como Paris sabiamente faz, ajuda a atrair olhares internacionais para a cidade e para a sua moda.

Thursday, July 17, 2008




Simm 60, uma feira de brasileiros

Já vi muita feira com brasileiros participando. Mas esta parece promissora, mesmo com o reconhecimento unânime de que há uma crise internacional no ar. Como nossos maiores compradores são a Argentina e os Estados Unidos, bobagem trabalhar com a idéia de crise, tiramos de letra. Na gigantesca feira de Madri, que homenageia o Brasil, nossos bravos profissionais mostram suas coleções e mesmo neste primeiro dia, celebraram boas vendas. Por exemplo, a Marcia Ganem, verdadeiro ícone da SIMM (há quase 3 anos não perde uma), mal abriu seu espaço, recebeu lojistas da Grécia, com ímpeto comprador. Um comprador de Barcelona, muito atacado, impedia a proprietária do algodão colorido da Paraíba de responder minhas perguntas.

longos da Comini Fasano e Ana Torres





Quer dizer, há vendas. Houve também um desfile, produzida pela paulistana Geisa Gabriel, que também assinou a ótima trilha de músicas brasileiras (que atraíram uma pequena multidão em torno da passarela). Por que usamos tão pouco nossas músicas nos desfiles de Rio e São Paulo? O elenco era espanhol, mas tentava caminhar com uma suposta malemolência carioca.
Dos grupos de expositores, destaque para uma seleção feita pelo Sebrae RJ, com pessoal da cidade do Rio de Janeiro e de Niterói. Gente boa, dividindo o espaço com Allethéa Mattos e Lorena Sender, outras duas brasileiras que estão morando na Espanha. Entre os avulsos, Marcia Ganem, sozinha e muito feliz, prometendo roupas com citrinos e ametistas na próxima coleção; Comini Fasano, outra veterana na SIMM, com longos lindos, feitos com rosas montadas em viés de cetim, tipo obras-primas.

Flores da La Dumaux

Nos acessórios, dois destaques: Suzana Rodrigues, com colares de chifre e coco, e Luisa Herculano, que já vende para a Area, Totem, Richards, Enjoy e New Order, e se lança como marca própria, com colares de fios de algodão trançados.
Claro que seria ideal ter espaços individuais. Óbvio que a moda praia brasileira está sendo um reforço para o salão ser reconhecido como lançador do setor. Mas que pelo menos neste primeiro dia há uma impressão de trabalho bem-feito, é inegável.

Intervalo / só se fala do Rio Summer, evento do Nizan Guanaes no Rio, em novembro. Ninguém sabe exatamente quem participa, quem será convidado, mas já está muito comentado / o Fashion Business deve ter uma seleção presente no salão do Prêt-à-porter de Paris, já-já, em setembro. Acordo recém-fechado entre o salão e a Firjan / almoço de hoje: paella, naturalmente. Eu, que não como frutos do mar, reconheço que estava boa. Muito boa / a princesa das Astúrias circulou na feira. Maaaagra, de vestido verde. Impossível me aproximar para saber de onde era o vestido, porque havia uma legião de seguranças. Também fiquei em dúvida se tinha que fazer reverência, cortesia, estas poses protocolares...

Wednesday, July 16, 2008


Maratona da SIMM


Mais uma vez, em Madri. É a 60ª SIMM (Salão Internacional da Moda de Madri) – notem bem, sexagésima edição! Só por isto, tem que respeitar. Além de saber das modas hispânicas tenho um motivo extra para vir: o país homenageado é o Brasil. Vem gente de todo o país, e muitos do Rio, graças ao empenho do Sebrae, da Abit, Apex. A seleção carioca ou fluminense (já que há marcas de outras cidades do Rio) é muito boa, porque inclui moda-moda, além dos grupos artesanais e trabalhos de comunidades.
Nem vou listar todos os que vieram, porque muitos desistem na última hora (como a Renata Veras ou a AdPac, que peninha). Amanhã conto mais. Mas ressalto a importância de ter moda e design, além das comunidades: nossa originalidade e identidade não deve se limitar a esta eterna oferta de modelos que parecem significar pedido de ajuda às comunidades ricas. Mesmo nossas cooperativas artesanais já entendem esta diferença, basta acompanhar a sofisticação das úlltimas coleções da Coopa Roca, ou ter visto o último desfile da Apoena, no Fashion Rio: havia muito estilo e bom, nas duas.
Uma pena que desta vez não vieram nem a Lucidez, que sempre traz boas propostas e me parece que vende bem. Nem a turma de moda praia de Cabo Frio.
Esta história de participar de eventos, sejam nacionais ou internacionais, depende de perseverança. Todos que já vieram para os salões da Europa e Ásia aprenderam que só se começa a tirar pedido na quinta vez que se participa. Deve ser um investimento bem planejado, desde a coleção adequada até a própria viagem. Muita gente se hospeda em grandes (e caros) hotéis nas primeiras vezes, gasta fazendo esticadas turísticas e depois volta reclamando que não vale a pena. Aí, não vale mesmo. Por mais que seja preciso impressionar a clientela, vale mais fazer uma viagem estritamente profissional, com custos baixos, do que aproveitar a temporada para gastos extras.
Além dos brasileiros, a feira deve ter outros pontos fortes. Tenho que ver a ala das noivas, setor em que a Espanha é campeã; a moda de Portugal, principalmente a masculina; as malharias italianas. E os desfiles que incluem moda praia e lingerie, para ver como se compara a feira de Madri e o Prêt-à-porter de Paris, que pretende tomar o espaço na agenda que era de Lyon, e antes, de Monte Carlo.

Intervalo / ainda não é exatamente intervalo, é a viagem. Nunca voei num jumbo tão mal formatado, tão apertado na classe econômica. Também não entendo por que a Air France insiste em botar o jumbo antigo nesta rota, que deve ser lucrativa, porque está sempre lotada. Um vôo de 10 horas sem telinha de jogos é desprezo pela clientela. Principalmente assídua como eu e outros que têm que viajar várias vezes e escolhem a companhia porque gostam dela. Nós sabemos que o Airbus que sai à noite (este era das 16h20, horário ótimo, porque chega cedo) é muito mais novo, tem telinha. Custava pelo menos botar um boeing 747 mais novinho? Ou no mínimo, com mais espaço entre as cadeiras? / a última queixa: e aquele pãozinho gelado, do café da manhã? Duro que nem pedra / ah, tem mais uma. Quem vem de Air France e faz conexão rápida para Milão, Madri ou Amsterdam, antes de embarcar deve fazer um intensivo de preparo físico para enfrentar a meia maratona nos terminais. Por exemplo: o vôo do Rio chegou em Paris às 7h50 da manhã. “Oba”, pensei, “vai dar para pegar a conexão das 9h30 para Madri, tranqüila”. Ilusão, quanto ao tranqüila. Primeiro, demora-se para sair do avião. Depois, saem as 500 pessoas que estavam dentro dele, e engarrafam na entrada do tubo de acesso ao aeroporto. Com uma escada rolante no caminho, que também engarrafou, todo mundo se atropelando no alto da escada, um horror. Depois, é a corrida, com uma esteira desligada, do terminal 2D até o 2F, dando a impressão que está indo a pé para Paris, de tão longe. Nisso, os olhos ficam presos aos sinais de banheiro pelo meio do caminho – nada disso, é sem pipi, não há tempo. A fila da polícia, enorme, com interrogatório para cada jovem que passa. A fila de segurança, enorme, com caixinhas separadas para cada ítem: bolsa, computador, telefones, necessaires. A esta altura, já esbaforida, estava conformada que tinha perdido o vôo, que em tese deveria chamar às 9h. Ah, mas tudo se resolve. O vôo atrasa, o embarque começa às 9h40! Beleza, agora se descansa e cochila nas duas horas de vôo até Madri. Com direito a duas bolachinhas de coco e um cafe instantâneo quentinho / Chegada em Barajas, aeroporto de Madri. A bagagem demora meia hora para entrar na esteira. Tempo suficiente para que um gafanhoto se instale na ponta do meu carrinho. Irrrgh, gafanhoto! E sabem que não era verde, como costumamos ver? Era um mestre do mimetismo, porque tinha um tom acinzentado, igualzinho ao piso de granito do aeroporto. Eeeeca, que medo. Ridícula, estava batendo com o carrinho na beira da esteira e fazendo ssshhuuuu, para ver se o bicho se mancava e ia embora. Até que um companheiro de esteira, depois de sugerir para esmagar o bicho com a mala (eeeeecccaaaa!), pegou uma revista e bateu no inseto pulador. Pulador, não: aqui, eles voam! Sei lá, tinha cara de gafanhoto, pose de gafanhoto, mas era cinza e voava. Eca, eca, mil vezes / bom a esta altura, devo lembrar que o Dutyfree do Rio estava glorioso, bem iluminado, cheio de produtos interessantes. Que a banca tinha revistas e balinhas, o banheiro estava limpo e o atendimento no check in foi super-amável. Ah, e o piloto parecia até que tinha sido da Varig. Quando havia um sinal de turbulência, dava uma aceleradinha, em vez de ficar à mercê dos ventos e cumulus nimbus. Não acendeu o sinal de apertar os cintos nem uma vez durante o vôo. Que foi apertado, mas foi bom / o hotel é de novo o Miguel Angelo, em frente à estação de metrô Gregorio Marañon. Bom, grande, internet diária por 15 euros. Só hoje descobri que tem uma piscina soberba e um spa famoso no terceiro subsolo. Descobri porque estava escrito no elevador, provavelmente como sempre não vai dar tempo nem de dar uma olhada lá.

Wednesday, July 09, 2008




Festival Franco Suíço no Skylab

O tradicional festival de inverno do Rio Othon Palace oferece duas opções a preços fixos, assinadas pelo chef francês Jean Yves Poirey, que está aí ao lado, todo simpático.

Servido em estilo bufê self service o cardápio é inspirado em receitas francesas e inclui uma taça de vinho e mais estações de saladas, entradas, sopas, pratos quentes e sobremesas. As especialidades de origem suíça incluem fondues à la carte.

Rio Othon Palace
Av. Atlântica, esquina da Rua Xavier da Silveira
Restaurante na cobertura do hotel: jantar de quinta-feira a sábado e almoço no domingo, até final de julho.
Reservas: (21) 2106 -1500 e 2106 -1666.



by Anita Bernstein

Tuesday, July 08, 2008

Prévia festiva




Que bom momento, este, de ficar remexendo uma arara de loja! Melhor ainda, se é em dia de lancamento de novidades. Divino, então, se for uma prévia fechada, com aquele toque de ser a primeira a ver tudo.
A felizarda desta foto é a linda Ana Furtado, que foi convidada para a prévia da Le Lis Blanc na grande loja do Fashion Mall. Ana nem conversou, foi direta para o corner dos linhos, depois do branco e preto, decidida.


Este é um dos looks do pré-verão da Le Lis: linho natural e túnica em tie-dye ou em estampa em tons de violeta e bege. Na complementação há desde mocassins quase sapatilhas até sandálias de plataformas altas. E colares de jarina, o marfim vegetal.



Como elas vão às compras


Dezenove horas, um friozinho de 18 graus no Rio de Janeiro, uma passada por uma marca famosa para saber o que há de novo. Como as belas se vestem para esta ocasião, sabendo que haverá fotógrafos a postos e admiradores loucos por uma foto tirada com celular?
À esquerda, está a Ana Furtado, que já foi modelo, agora é atriz e mãe de uma boneca de um ano e meio, que se veste de baiana no Carnaval. Na preview da Le Lis Blanc, Aninha passou rápida, porque ia para um aniversário-surpresa no mesmo shopping, o Fashion Mall. "E o aniversariante já chegou!", comentou, rindo. Ana vestiu uma jeans skinny, uma regata de paetês cinza e prata e se enrolou no xale de malha branca, debruado de babado.



A Christine Fernandes - sim, é ela mesma! Está de cabelos escuros - também trabalhou muito como modelo, era uma das principais no casting do Ernani d' Almeida nos nosso ensaios para o Jornal do Brasil. E tem um menino de cinco anos. Estava ao mesmo tempo casual e luxo, com pantalona risca-de-giz, tênis All Star de oncinha dourada e colete acolchoado em metalizado cobre, bárbaro. "Não tiro mais, virou minha casa, esta peça", acrescentou, puxando a gola um pouco mais para junto das orelhas.

A maratona de lançamento da Le Lis Blanc no Rio foi uma produção da Fashion MKT, e agitou as três lojas da rede. No Rio Design Barra, que vocês nem imaginam o movimento que tem, e justifica o fato de ser uma das recordistas nacionais da marca, apareceu a Giovana Antonelli. Outra linda, de jeans skinny dark blue, botas de cano longo e salto fino, japoninha marinho. E a Charlotte Sofia, que eu nem conhecia, mas é encantadora, trabalha na Malhação, o celeiro de talentos da TV Globo.

Foi divertido, simpático como evento. O mais interessante, do meu ponto de vista de moda: as quatro atrizes separaram uma peça, entre as muitas que pretendem provar em outro dia, com mais calma (sem os namorados gatos ou festas de aniversário para perturbar a concentração nas compras, rerere). Foi o trench-coat, tanto na versão bege como no estilizado, em tom avermelhado. Elas têm razão: é tipo fundamental.

Wednesday, July 02, 2008

Mais um evento!



Até dia 4, sexta-feira, rola no shopping Frei Caneca, em São Paulo o 35º Encontro da Moda Feminina (EMF). Carlos e Sara Vaintraub dirigem o salão, que está atraindo compradores do Brasil inteiro e do Equador, Espanha e Estados Unidos, Itália, Emirados Árabes. O pessoal vem em busca de moda pronta, já que os 120 expositores, vindos de oito estados são pequenos e médios confeccionistas, responsáveis por cerca de 60% do abastecimento das lojas de moda feminina no país. Muitos saíram de eventos como Fenit e Fenatec, em busca de fidelidade de clientes e negócios mais duradouros, segundo pesquisas do EMF.

Onde, quando e como:
35º Encontro da Moda Feminina
De 1 a 4 de julho
Centro de Convenções Frei Caneca – 5º andar (Rua Frei Caneca, 569, Consolação)
dias 1,2 e 3 das 10h às 20hs
Dia 4 das 10h às 17hs


Comentário: este tipo de evento, sem pretensões a grandes desfiles e nomes famosos, tem que existir. Se houver sistema de pronta-entrega, melhor ainda. É onde são confirmadas as tendências, onde se vê mais claramente a roupa que deve ir para as vitrines e para as ruas. Sem glamour nem badalação, é uma feira, onde quem vai, sai com produtos e perspectivas reais de vendas para seu negócio.
O que ainda falta, para ajudar os visitantes na tarefa de comprar bem, é montar um serviço de peças mais visadas, orientações de cartelas, enfim, um repasse para o atacado das tendências que começaram a ser discutidas há dois anos, e chegam agora a roupas e acessórios prontos para o varejo.