Monday, October 01, 2007

Masculino, feminino, moda plural

fotos Marina Sprogis (Dior)
Iesa Rodrigues (as outras)




O vermelho-Dior com um jeito década de 20, a ala mais feminina da coleção

Masculina como um inglês a caminho da City ou feminina como uma cantora de jazz? Estas são as opções de John Galliano na coleção de primavera-verão 2008 da Dior, confirmadas pela presença de Sting na platéia e na trilha do desfile, cantando “Englishman in New York” e as flores nos cabelos das modelos e Billy Holiday em The man I love. Galliano garante a continuação das estampas de oncinha, as zebras nos trench-coats, fez muitos ternos em risca-de-giz preto e branco ou em marrom e ouro, completou calças de cós baixo com suspensórios. Mas propõe também os vestidos drapeados e com repuxados, decorados com cristais nas mangas ou nas barras em cores delicadas como lilás, pistache, rosê ou glamurosas como o vermelho-coral. Faltava a sensualidade: o verão será pretexto para exibir caleçons (calcinhas de seda, debruadas de renda) alongados como macaquinhos e regatas. Mais uma tradição da marca francesa, revitalizada pelo estilista inglês, já que a Dior foi uma das primeiras grifes a lançar lingerie em seda com rendas, nos anos 80, quando a Lycra e o estilo minimalista do underwear de Calvin Klein predominavam.

Outra inglesa apresentou seu desfile ontem. Vivienne Westwood mais uma vez não se contentou apenas com a moda, uma história de um casamento de Marilyn Monroe com um lorde inglês , morando no campo e um filme de Gloria Swanson. “O resultado me parece tribal, forte e muito rock ‘n’ roll”, define Vivienne. Além dos repuxados e drapeados em tecidos naturais, ela também nomeou a coleção como 56. Por que este número? Trata-se de um manifesto contra uma nova lei do Partido Trabalhista que segura pessoas na prisão por 56 dias sem julgamento, o dobro do número de dias da lei atual.


Michel Klein seguiu o caminho dos anos 70, com saiões, lenços na cabeça, bordados com turquesas e búzios formando quadriculados.


Martin Margiela reforçou a silhueta dos anos 80, com ombros pontudos e formas muito simples. A base é quase um maiô em preto e bege, com panejamentos caindo nas costas, óculos-faixa e sandálias-polainas.

E o russo Gaspard Yurkievich confirmou a onda das novas e discretas transparências, com o conceito Sheer Memories, cheio de voiles de seda, cetins e celofanes em preto, champanhe e vermelho.

Intervalo / as passarelas têm turquesas, laranjas, vermelhos. Mas a platéia dos desfiles continua de preto, com exceção das garotas japonesas / Luiza Marcier assistiu ao Martin Margiela, no intervalo entre idas e vindas a Bruxelas, onde montou a exposição de moda Flying Dresses, da sua marca A Colecionadora, na galeria Catherine Bastide / a cada seis meses o metrô parisiense abre uma estação nova. A linha 14 ganhou a Olympiade, depois de Bercy. Seis meses, gente, não são seis anos. Que tal a estação General Osório ficar pronta logo? / as sandálias da moda voltam a ter tiras e amarrados até os tornozelos / hoje, na Dior, Galiano não desfilou até o fim da passarela, para os aplausos / muito quente, para esta época, apesar dos chuviscos, em Paris

2 comments:

CORAÇÃO DE LEÃO said...

Busco patrocínio!

Que homem é um homem que não torna o mundo melhor?
Rio de Janeiro, 30 de Novembro de 2008

São nove anos... Ou melhor, 108 meses, 3.285 dias e 78.840 horas... Acreditando que o dia de hoje será melhor do que foi ontem... Eu sou Ricardo de Oliveira Pinheiro, no dia 06 de Junho de 1999, fui baleado e fiquei paraplégico. Sofri uma lesão na medula espinhal nível (T7/T8). — Solteiro, 38 anos, sem filhos; filho único de pais já falecidos.
Um breve relato: após 28 dias em coma acordo e uma certeza me vem logo à mente: fiquei paraplégico! Minhas pernas, essas, eram frias como o mármore! Observava meus pés, e notava que os dedos começavam a se dobrar, estavam começando a atrofiar. Usava fraldas e uma sonda para urinar. Alimentava-me através de sonda também. A cada dia, uma nova descoberta; e a cada descoberta, um fantasma novo... Na hora do banho viravam-me de um lado para o outro e ainda assim feridas abriam pelo corpo, sentia-me um boneco fantoche num teatro de horrores. — Aprendi rápido que ficar paraplégico é passar uma humilhação a cada dia. Não existe vida quase normal essa foi a maior lição.
Ergui minha cabeça olhei adiante e determinei que as situações extremas me levariam a superação.
Na mais longa de minhas três internações permaneci 5 anos, busquei respostas na literatura médica, autodidata, busco uma cura para paraplegia, e vislumbrei na clonagem terapêutica de células-tronco embrionárias cuja nomenclatura não ajuda, — o termo correto é: transferência nuclear de células somáticas, a única possibilidade de cura (entendam melhor o tema através do meu BLOG).
Sou cobaia para essa cirurgia revolucionária. Devido a meu perfil estou incluso nos critérios de elegibilidade. Não casualmente sou questionado quando digo que sou cobaia então respondo: ser cobaia numa cirurgia experimental é antes de tudo um exercício de doação para humanidade, minha contribuição; sendo eu o voluntário. — A dor é uma experiência individual, ela desperta sentimentos diferentes em pessoas diferentes! Assim como desperta conflitos éticos entre liberar ou não tal procedimento cirúrgico. Restringir ou liberar? Qual decisão corresponde à verdade numa decisão tão importante.
Devo lembrar que: em nome da verdade, a raça humana cometeu crimes. Pessoas foram queimadas, civilizações inteiras foram destruídas. Os que procuravam um caminho diferente eram marginalizados. Um deles, em nome da verdade, foi crucificado! Mas deixou uma lição: a verdade não é aquilo que nos dá certezas. Não é o que nos faz melhores do que os outros. Não é o que nos mantém na prisão dos preconceitos. A verdade é o que nos faz livres. “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” — disse Ele!
Eu sou humano e anseio por uma vida normal. — Sonho em desfrutar dos prazeres da vida em toda sua plenitude, sem ilusões nem fantasias. Quero sentir novamente as ondas quebrarem em minhas pernas, caminhar na areia e sentir sua quentura sob meus pés; isto sim é vencer de fato. Cadeira de rodas em casos semelhantes ao meu é uma prisão perpétua para condenados inocentes.
Venho reescrevendo minha trajetória de vida sem temores. Meu livre arbitrio delineia meu destino conforme minhas decisões. Minha força de vontade provém duma fé imorredoura.
Uma cirurgia experimental e promissora (a cura) vem sendo desenvolvida num país cuja legislação vigente é favorável, fui selecionado, mas por motivos éticos não posso divulgar amplamente. Porém, coloco-me à disposição para maiores esclarecimentos.
Necessito do seu apoio: contribuições financeiras de qualquer valor para concretização deste meu projeto, tão amplo e grandioso em seu significado!

OBRIGADO.
Ricardo de Oliveira Pinheiro
E-mail: ricardodiricardo@gmail.com
BLOG— http://ricardodiricardo.zip.net (palavra chave: Coração de Leão)


Banco Itaú
Agência 0272 — Conta Poupança: 73462-5/500 — RJ
Transferência entre bancos diferentes? — Código do Banco Itaú: 341
Tel: (21) 8304-3451

freefun0616 said...

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